Prosa de uma esteticista - com Nathalie Souza

Síndrome Ehlers-Danlos

Nathalie Souza
Síndrome Ehlers-Danlos

Conhecida também como cútis elástica, é uma doença do tecido conjuntivo, uma alteração molecular do colágeno seja na sua síntese ou no processamento. Uma disfunção bem rara que possui diferentes graus e podem ser identificados devido alguns sinais, como: hiperextensibilidade, fragilidade cutânea, tocar nariz com a língua, dobrar o punho e polegar até o antebraço, frouxidão ligamentar, hipotonia muscular, resistência à dor...  

Atualmente existem 13 variações dessa síndrome que vão desde casos mais graves até o mais simples. Dermatologicamente as manifestações são visíveis desde o nascimento pois a pele é macia, aveludada e hiperextensível, característica que aumenta com a idade. A pele é frágil, diante de traumas mínimos se desenvolve grandes feridas e sua cura é lenta.

Nessa síndrome a pele que recobre os pacientes é atrófica, fina, enrugada e com telangiectasias. Alguns pseudotumores se instalam em áreas de traumas repetidos. A pele da palma das mãos e planta dos pés são soltas.

Os estudos histopatológicos, feitos em alguns casos, na maioria das biópsias não mostram alterações cutâneas significativas, notou que a derme é normal, mas com aumento significativo das fibras elásticas.

 

Imagem retirada do google.

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